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terça-feira, 20 de dezembro de 2011


Quando se fez noite. 
Olhei para a lua e sorri.
 E me senti a levitar como se a lua me atraísse.

Conversando com ela.
Comentei sobre nossa amizade.
A lua em soluços.
Pôs se a chorar.
 Sabe o que lhe falei?

Lhe falei, que quando toco em seus cabelos.
É como acariciar mechas da mais pura seda.

Que quando olho nos teus olhos vejo o mar 
e a natureza que reluz em seu olhar.

E que enudesse meu coração e codifica 
os meus mais profundos sentimentos.

Lhe disse também.

Que um murmurar de tua boca exala palavras 
de conforto para um coração que sofre.

E teu sorriso reflete o carisma que habita dentro em ti.

E tuas mãos macias ao tocar em mim.

Faz me sentir correspondida de uma grande 
e verdadeira amizade.

A lua então, quando seus olhos secos ficaram.

Criou uma estrela para que nossa amizade 
ultrapasse a barreira da vida e se faça eterna.

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