O primeiro amor, aquele da adolescência,
é também o mais querido, o que arrazoa
mais forte no limiar de nossa essência.
É ele um misto de prazer quase sofrido
com o querer profuso e enternecido.
É a descoberta do desejo, é o ensejo
e o lampejo da paixão, é o calor
que queima e ao mesmo tempo
gela, é o eclodir da emoção.
É o mito do querer infindo e sem fronteiras,
sem conselhos, censuras ou quaisquer barreiras,
é o sentir, sonhar, degustar e sorver com o coração.
Esse amor primário, tão pudico,
tão cristalino, que faz transpirar,
que acelera a circulação e altera
todo o nosso proceder, da atitude
ao metabolismo e que nos coloca,
em franca e continuada erupção.
É o corpo em agito,
é o espírito ao grito
produzindo o conflitar,
impedindo o harmonizar.
É muito sentimento contido,
é muita cobiça de se apaixonar.
Nessa fase da vida, quando achamos
entender tudo, sabermos e podermos tudo,
só uma coisa nos faz parar... É o pavor de se ser
reprovado nessa nova e difícil disciplina do amar...
Enfim, de pelo outro ser trocado, de perder o bem-querer.
Infelizmente, esse pleno amor tão arrebatado e de tanta pureza,
só o vivemos em duas fases da vida: Na adolescência e na madureza!
é também o mais querido, o que arrazoa
mais forte no limiar de nossa essência.
É ele um misto de prazer quase sofrido
com o querer profuso e enternecido.
É a descoberta do desejo, é o ensejo
e o lampejo da paixão, é o calor
que queima e ao mesmo tempo
gela, é o eclodir da emoção.
É o mito do querer infindo e sem fronteiras,
sem conselhos, censuras ou quaisquer barreiras,
é o sentir, sonhar, degustar e sorver com o coração.
Esse amor primário, tão pudico,
tão cristalino, que faz transpirar,
que acelera a circulação e altera
todo o nosso proceder, da atitude
ao metabolismo e que nos coloca,
em franca e continuada erupção.
É o corpo em agito,
é o espírito ao grito
produzindo o conflitar,
impedindo o harmonizar.
É muito sentimento contido,
é muita cobiça de se apaixonar.
Nessa fase da vida, quando achamos
entender tudo, sabermos e podermos tudo,
só uma coisa nos faz parar... É o pavor de se ser
reprovado nessa nova e difícil disciplina do amar...
Enfim, de pelo outro ser trocado, de perder o bem-querer.
Infelizmente, esse pleno amor tão arrebatado e de tanta pureza,
só o vivemos em duas fases da vida: Na adolescência e na madureza!
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